Para receber grandes investimentos, a casa precisa estar arrumada. Isso quer dizer: o governo deve cumprir suas obrigações em dia, deve manter as contas públicas organizadas, pagar suas dívidas sem atraso, não gastar mais do arrecada e não permitir a sonegação de impostos. Parece uma receita simples, mas os governos anteriores não seguiram esse roteiro de ações básicas. Isso deixou o Rio de Janeiro em completa desordem financeira.
Quando Sérgio Cabral assumiu, uma de suas primeiras iniciativas foi promover uma grande reforma fiscal. Foi preciso sacrificar algumas áreas para que as contas do governo fossem ajustadas. Mas, feito isso, em apenas 2 anos o estado recuperou a capacidade de investimento. Hoje, o governo conta com R$ 10 bilhões em caixa para promover melhorias nas principais áreas.